O amor é um dom dos Mestres que provém da Fonte Divina e está aqui para ser utilizado, embora não da forma como tem sido utilizado até agora.
Não há separação entre a mente e o coração, visto tudo vibrar e provir da mesma fonte, embora em frequências diferentes. Temos apenas de alterar a nossa vibração para sentirmos a sua leveza e decidirmos onde queremos vibrar com esta nova consciência.
Quando vibramos com o amor, o silêncio é bem-vindo. É então que a alma começa a manifestar-se, a confortar-se e a evoluir.
É no amor que a alma deseja viver e é nesse estado que nos oferece o seu melhor nesta encarnação.
Um ser que vibra com o amor não discute; aceita e mantém o silêncio.
Um ser de amor afasta-se de vibrações conflituosas; não mente nem é infiel ou indiferente. Trata os outros com carinho, sendo único.
É no amor que o ser se torna mais majestoso, vibrando de forma incondicional.
O amor é um dom de Deus, não uma palavra a usar em vão ou a confundir com paixão.
O amor gera vida, não se escolhendo como se escolhe uma cor ou um objeto. Vem da alma que, antes de se encarnar, estava no Céu e que agora procura a união com outra alma para se expandir. O amor não é temporário, é eterno e a alma agradece.
Não desperdice um minuto da sua vida a pensar nos seus erros, pois as emoções associadas a eles voltarão a afetá-lo. Não há desculpas para a força do amor. Se continuar a pensar nos seus erros, os bloqueios surgirão e causarão doenças.
Ao respeitar o amor na sua plenitude total, estabelecemos uma ligação à Fonte, que é uma criação de Deus a partir do que já existe dentro de nós.
Ao interagirmos de forma consciente com uma nova frequência, a mente abranda, o corpo relaxa, a energia expande-se e surge um alívio interior difícil de explicar.



















