segunda-feira, 28 de julho de 2014

EU CHAMEI-LHE A MÃO DE LUZ.


Como faço meditação todos os dias num solário, fora de casa, a partir das seis da manhã, nos meses de inverno, novembro e dezembro. 
A essa hora, a temperatura deve estar nos dois graus e apeteceu-me pôr a mão no peito, dado os exercícios que se fazem de energização e aplicação, segundo a tradição budista.

 Quando acabei de meditar, vi que tinha uma marca no peito, como se tivesse sido queimado. A marca esteve lá durante três horas, até desaparecer.
 Aconteceu-me mais três vezes nos meses seguintes! 
Que energia e temperatura estaria eu a receber para a mão aparecer no meu peito?
Lembre-se: ao meditar, não se trata de ganhar algo, mas sim de abrir mão de algo!
 Agora, nos tratamentos que faço, quando aplico energia, as pessoas dizem que sentem movimentos de frequências de energia e informação dentro do corpo, como se estivessem a ser reconectadas para a cura.
 Algumas pessoas aparecem com dores que desaparecem no momento!

Não é raro a vida vos trazer situações irónicas em relação a esta verdade, obrigando-vos a escolher opções incongruentes com ela. Isto acontece porque dividem a realidade segundo os vossos critérios, mas a realidade não é divisível. Somos todos energia num todo!

Marque a sua terapia e sinta a diferença . Jaime Rodrig. Aveiro. Telf. 915392355. 




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